domingo, 14 de agosto de 2011

Moda e Tecnologia

Vestido Bubelle
  
Imagem de duas mulheres vestidas com o vestido bubelle, mostrando a iluminação que o vestido trasmite através das emoções.
A Philips desenvolveu um vestido que se ilumina conforme as emoções da pessoa que o veste. O protótipo do vestido faz parte de uma pesquisa da Philips para criar produtos eletrônicos intuitivos e sensíveis. O vestido foi inspirado na maneira em que a pele humana reage espontaneamente aos estímulos internos e externos.
O protótipo do vestido desenvolvido pela Philips se chama Bubelle e está rodeado por uma delicada película iluminada com sensores que cambiam o contato com a pele. Esses sensores monitoram os câmbios fisiológicos associados a diversas emoções, que enviam um sinal de luzes para uma camada exterior.
O Bubelle é composto por duas camadas, a primeira camada contém sensores bioméricos que captam as emoções da pessoa e as projeta em forma de cores para a segunda camada. Essas cores modificam conforme o estado emocional da pessoa que está vestindo.
A Philips aspira imitar as fórmulas sutis e não verbais com que os humanos se comunicam e transferir essa habilidade para aparelhos eletrônicos.

O objetivo da Philips com o desenvolvimento do vestido Bubelle é que se espera que este tipo de tecnologia, em um estado mais avançado, possa servir para descobrir se o condutor está cansado, por exemplo, e enviar sinais eletrônicos que reduza a luz de um ambiente, entre outras aplicações.
Lucy McRae, responsável pelo projeto diz que o Bubelle é um complexo eletrônico altamente interativo que é capaz de captar por meio de dispositivos bioquímicos, sutis sentimentos de sensualidade, afeto e sensações diversas.
Apesar de parecer encantador e ao mesmo tempo assustador ter uma roupa capaz de captar os sentimentos humanos e transpotá-los publicamente através das cores, o Bubelle nada mais é que um exemplo eletrônico que traduz o real conceito da moda. Todas as nossas roupas são capazes de comunicar nosso estado emocional publicamente. A diferença está no objetivo do projeto da Philips, que me parece fantástico. Desenvolver a tecnologia para o conforto do ser humano... bem vinda a pós-modernidade!

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